Senador Eduardo Braga é escolhido relator da reforma tributária no Senado

Senador Eduardo Braga é escolhido relator da reforma tributária no Senado


Durante a reunião de líderes, Braga destacou a preocupação dos senadores com o prazo de 45 dias para a Casa se manifestar sobre um tema tão complexo

Saulo Cruz/Agência SenadoEm pronunciamento, à bancada, senador Eduardo Braga (MDB-AM).
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária.

Na ordem do dia, o PL 4.189/2019, que dispõe sobre a coloração da órtese externa denominada bengala longa, para fins de identificação da condição de seu usuário.

Em pronunciamento, à bancada, senador Eduardo Braga (MDB-AM).

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi designado como relator do projeto de lei de regulamentação da reforma tributária pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Durante a reunião de líderes, Braga destacou a preocupação dos senadores com o prazo de 45 dias para a Casa se manifestar sobre um tema tão complexo. Segundo o parlamentar, o prazo para votação da regulamentação do novo sistema tributário será definido após sua indicação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O emedebista ressaltou a importância de um trabalho transparente e participativo, com audiências públicas e debates com diversos setores, visando contribuir com o esforço da Câmara dos Deputados.

A líder do PP na Casa, Tereza Cristina (MS), também expressou preocupação com o prazo apertado devido às convenções partidárias. Braga mencionou a necessidade de debater questões relacionadas à Zona Franca de Manaus, destacando a importância de encontrar soluções para manter os investimentos e empregos na região. Na Câmara, a bancada do Amazonas tentou apresentar emendas que não foram acatadas, incluindo uma sobre a vantagem comparativa de IPI dos produtos da Suframa.

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Braga afirmou que questões como essa serão discutidas com transparência e previsibilidade na CCJ e Justiça e no plenário do Senado. O relator evitou comentar sobre a inclusão de proteína animal na cesta básica (com imposto zero), mas sinalizou que irá colocar armas e munições no Imposto Seletivo. Apesar de ter incluído os produtos bélicos no chamado “imposto do pecado” em seu relatório, o trecho foi suprimido após o texto retornar à Câmara.

Publicada por Felipe Cerqueira

*Reportagem produzida com auxílio de IA





Fonte: Jovem Pan

Política