SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Durante a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil, entre 24 de junho e 25 de julho, o futebol de clubes ficará suspenso. A informação foi confirmada nesta terça-feira (4) pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em comunicado enviado aos clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Serão 32 seleções divididas em oito grupos de quatro equipes. Ao todo, o torneio terá 64 partidas.
A Fifa escolheu oito cidades para receber os jogos:
– Belo Horizonte (Mineirão)
– Brasília (Mané Garrincha)
– Fortaleza (Arena Castelão)
– Porto Alegre (Beira-Rio)
– Recife (Arena de Pernambuco)
– Rio de Janeiro (Maracanã)
– Salvador (Arena Fonte Nova)
– São Paulo (Neo Química Arena)
A entidade confirmou oficialmente apenas que a abertura e a final serão disputadas no Maracanã. A tabela completa com datas, horários e distribuição dos jogos entre as sedes será divulgada após o sorteio dos grupos.
A pausa durante o período de competição decorre principalmente da utilização de estádios de times da primeira e segunda divisão do Brasileiro.
Em abril, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) também divulgou a lista dos CTs (Centros de Treinamento) que estarão à disposição das seleções.
Ao todo, são 38 CTs espalhados pelo Brasil, vinculados a um local de hospedagem. Entre os espaços selecionados pela entidade, estão a Granja Comary, em Teresópolis, o Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel, o CT da base do São Paulo em Cotia, o CT Rei Pelé, do Santos, e o Estádio Dr. Novelli Junior, do Ituano.
Até aqui, 14 seleções já garantiram presença no Mundial:
– Brasil (país-sede)
– Argentina
– Austrália
– China
– Colômbia
– Coreia do Norte
– Coreia do Sul
– Dinamarca
– Espanha
– Filipinas
– França
– Alemanha
– Japão
– Nova Zelândia
As outras 18 vagas serão preenchidas pelas eliminatórias continentais e pela repescagem intercontinental, prevista para os primeiros meses de 2027.
Atual campeã da Copa do Mundo masculina e feminina, a Espanha chega como uma das grandes favoritas para a conquista do bicampeonato também entre as mulheres.
O governo federal estima que precisará de aporte de ao menos R$ 1,5 bilhão para o Brasil sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027.
Os investimentos terão como foco ações relacionadas à segurança pública, infraestrutura de telecomunicações, além da “construção do legado da Copa” e de promoção do evento.
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