“Nunca fui amiga de Epstein”, afirmou, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington DC.
A primeira-dama adiantou que conheceu Jeffrey Epstein em 2000 e que não tinha conhecimento das atividades criminosas do predador sexual.
“Não sou uma vítima de Epstein. […] Epstein não me apresentou Donald Trump. Conheci o meu marido por acaso em uma festa em Nova York, em 1998”, disse, apontando que esse momento foi relatado também no seu livro.
Explicou também que ela e o marido eram convidados para festas onde também estava presente Jeffrey Epstein, o que era “normal” entre os círculos sociais em Nova York e Palm Beach.
“Há anos que muitas imagens e declarações falsas sobre Epstein e sobre mim circulam nas redes sociais. Cuidado com aquilo em que acreditam. Essas imagens e histórias são completamente falsas”, continuou, acrescentando não ser “testemunha, nem mesmo uma testemunha anônima, dos crimes de Epstein”.
E acrescentou: “As falsas calúnias a meu respeito, propagadas por indivíduos e entidades maldosas e com motivações políticas, que procuram prejudicar a minha reputação para obter ganhos financeiros e ascender politicamente, devem terminar”.
A esposa de Donald Trump referiu ainda que nunca esteve no avião do magnata e que nunca visitou a sua ilha privada nas Caribe.
“Nunca fui judicialmente acusada ou condenada por qualquer crime relacionado com tráfico sexual, abuso de menores e outros comportamentos repugnantes de Epstein”, acrescentou, citando o Congresso a realizar uma audiência pública para as sobreviventes aos abusos de Epstein, para “dar a essas vítimas a oportunidade de depor sob juramento”.
A Statement by First Lady Melania Trump https://t.co/BjiLZMdaKM
— First Lady Melania Trump (@FLOTUS) April 9, 2026
E e-mail trocado com Ghislaine Maxwell?
Melania Trump afirmou também não ser amiga de Ghislaine Maxwell e justificou um e-mail que trocou com a cúmplice de Epstein.
“A minha resposta por e-mail a Maxwell não pode ser caracterizada como mais nada além de uma correspondência casual. A minha resposta educada não passa de uma nota de advertência”, destacou.
Vale lembrar que, desde o final do ano passado, o Departamento de Justiça norte-americano (DOJ) tem vindo a divulgar diversos documentos de Jeffrey Epstein, que morreu em agosto de 2019 quando estava preso num estabelecimento prisional em Manhattan.



