GEOVANA OLIVEIRASÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –  Todos os dias, por volta das 7h45, a supervisora de enfermagem Michelle Sousa, 36, pergunta se há algum caso de violência no Hospital Geral do Grajaú, centro de referência do IRSSL (Instituto de Responsabilidade Social do Sírio-Libanês). Eventualmente, alguém responde que há uma vítimaContinue Lendo