RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Uma publicação da Forbes que chama Lionel Messi de “Princesa da Fifa” provocou reações nas redes sociais. O termo é usado por críticos que acusam o argentino de ter sido beneficiado pela entidade em momentos decisivos da carreira.
A revista reúne na publicação os principais argumentos apresentados por torcedores que sustentam a acusação de que Messi teria sido beneficiado pela entidade, mas não afirma que o jogador tenha recebido tratamento irregular nem que a Fifa (Federação Internacional de Futebol) tenha favorecido o jogador. O argentino ainda não comentou o caso.
A repercussão ocorre às vésperas da final da Copa do Mundo 2026. Messi é peça central da seleção argentina, que enfrenta a Espanha neste domingo (19) na decisão do torneio.
O episódio coincide com uma projeção recente da própria Forbes de que o jogador tenha se tornado bilionário. Segundo a revista, Messi tem patrimônio líquido estimado em US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões), impulsionado principalmente pela valorização de seus ganhos ao longo da carreira e pela participação no Inter Miami, clube em que atua.
Aos 39 anos, o argentino recebe US$ 28,3 milhões (aproximadamente R$ 144,9 milhões) por ano em remuneração dentro de campo, segundo a Associação de Jogadores da MLS. Nos últimos 12 meses, seus ganhos totais teriam chegado a US$ 140 milhões (R$ 717 milhões), incluindo anúncios e contratos com grandes marcas.
O valor colocou Messi em terceiro lugar na lista de atletas mais bem pagos do mundo da Forbes em 2026, atrás de Cristiano Ronaldo e do golfista Tiger Woods.
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